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Se você veio do guia o que é apostar e quer o detalhe de um termo específico, ele está aqui.
Vencedor do jogo (1X2 / h2h): apostar em quem vence o jogo, ou no empate nos esportes em que ele existe. É o mercado mais simples e o mais comum.
Handicap: um time recebe uma vantagem ou desvantagem artificial no placar antes de calcular quem “vence” a aposta. Por exemplo, “Real Madrid (-1.5)” só ganha a aposta se o Madrid vencer por 2 gols ou mais. Serve para equilibrar apostas entre um favorito claro e o rival dele.
Total / Over-Under: apostar se o resultado combinado do jogo (gols, pontos) vai ficar acima (Over) ou abaixo (Under) de um número fixado de antemão, por exemplo “Over 2.5 gols”.
Stake: o tamanho da aposta, expresso aqui numa escala de 1 a 10 sobre uma banca de referência de 100 unidades — não é um valor em euros, e sim quanta confiança o tipster deposita naquele pick em relação aos demais.
Faixa de odd: cada tipster declara o estilo dele e a plataforma confere isso contra o que ele realmente publica.
Yield: o lucro obtido por unidade apostada, em porcentagem. Um yield de 8% significa que, em média, cada unidade apostada devolveu 8% de lucro. É a métrica padrão para comparar tipsters com volumes de apostas diferentes.
% de acerto: que proporção de picks é vencedora. Atenção: um % de acerto alto não implica rentabilidade — apostar sempre em favoritos muito seguros dá muito acerto e pouco yield.
CLV (Closing Line Value): compara a odd que o tipster pegou com a odd de fechamento do mercado logo antes de o evento começar. Um CLV positivo sustentado é o sinal mais confiável de que um tipster tem vantagem real, porque o mercado não pode “trapacear” com o resultado — diferente do % de acerto, ele não depende da sorte de um jogo específico.
Drawdown: a maior queda que a banca sofreu de um máximo até o ponto mais baixo seguinte. Serve para detectar o perfil “tacada de sorte” — mil picks pequenos, vinte acertos e uma bolada pontual — que um bom % de acerto ou um yield acumulado pode esconder.
O rating (0-100) de cada tipster combina quatro componentes: yield ponderado, consistência (meses no positivo e drawdown), CLV e disciplina de publicação. Não divulgamos o peso exato de cada um para que não dê para otimizar a fórmula em vez do próprio pick. O detalhe está em como funcionam o rating e as divisões.
Especialidade: um grupo de competições afins (ex.: “Futebol Europa Elite” reúne La Liga, Champions e Europa League). Um tipster se especializa em uma especialidade, e o ranking, a divisão e o rating dele são sempre dentro dessa especialidade — especialidades diferentes nunca se misturam.
Nível de liquidez: cada competição dentro de uma especialidade leva um rótulo A/B/C conforme o quanto o mercado de odds dela é eficiente e confiável (A = Champions, as 5 grandes ligas, NBA...; C = ligas exóticas ou amistosos, odds mais moles e manipuláveis). Isso pesa no cálculo do rating: um pick de nível C conta menos que um de nível A.
Divisão: Terceira, Segunda ou Primeira dentro de cada especialidade. Todo mundo começa na Terceira; todo mês são avaliados os acessos e os rebaixamentos conforme o rating do período.
Casa de apostas: a odd de cada pick é pega em tempo real de uma casa de apostas específica (sempre indicamos qual). Nem toda casa tem a mesma confiabilidade: as de maior liquidez (mercados profissionais, exchanges) são consideradas mais representativas que casas pequenas com odds mais moles — isso também se reflete, em menor grau, no rating.
Odd decimal: o formato que a plataforma inteira usa. Indica quanto você recebe por unidade apostada se acertar, stake incluído — uma odd de 2.50 devolve 2.50 unidades por unidade apostada (1.50 de lucro líquido). Não aceitamos formato fracionário nem americano.
Overround (margem da casa): a soma das probabilidades implícitas de todas as opções de um mercado passa sempre de 100% — essa diferença é o que a casa de apostas fica. Quanto menor o overround, mais “odd justa” aquela casa oferece; por isso a liquidez da casa pesa no rating.
Valor esperado (EV): o ganho médio no longo prazo de um pick se ele se repetisse infinitas vezes, comparando a odd pega com a probabilidade real do resultado. Um pick com EV positivo nem sempre vence, mas vence mais vezes do que “deveria” segundo a odd dele.
Movimento de linha: como a odd de um mercado muda desde que ele abre até o apito inicial, normalmente porque entra dinheiro de apostadores informados. É a base do CLV.
Selagem da odd: ao publicar, a plataforma consulta a odd real de mercado e a fixa para sempre naquele pick — nem o tipster nem ninguém pode alterá-la depois, nem mesmo se o mercado se mexer.
Antecedência mínima: não dá para publicar um pick se faltarem menos de 30 minutos para o evento — evita publicar com o resultado já quase decidido.
Limite de picks: são dois e valem ao mesmo tempo. Um global de 60 picks a cada 48 horas somando todas as suas especialidades, e outro próprio de cada especialidade. A janela de 48 h é deslizante —conta para trás desde o momento em que você publica, não desde uma hora fixa— para que não dê para driblar publicando entre dois dias. É folgada de propósito: uma rodada europeia inteira com NBA e ATP por cima cabe toda.
Nível de liquidez: cada competição é classificada em A, B ou C conforme o quanto as odds dela são confiáveis (quanto dinheiro o mercado dela move). Não limita o que você pode publicar — não há teto de nível C— mas sim o quanto aquilo conta: um pick de nível C pesa 0,4 no rating contra 1,0 de um de nível A. Assim, se especializar em mercados pequenos não é proibido, simplesmente não serve para inflar o rating.
Avaliação mensal: cada divisão é avaliada em separado — os 20% com melhor rating do período sobem, os 20% com pior rating descem (se houver divisão para onde subir ou descer).
Mínimo de picks mensais: é preciso publicar um número mínimo de picks no mês para entrar na avaliação daquele mês; quem não chega lá simplesmente não se move.
Inatividade prolongada: quem não publica nenhum pick no mês inteiro desce de divisão direto, havendo ou não avaliação por rating.
Especialidade principal: um tipster pode acabar publicando em várias ligas ao mesmo tempo; a que tiver mais volume de picks é a que aparece como a identidade “de referência” dele, ainda que ele mantenha histórico e divisão próprios em cada uma.
Tipster do Mês: o tipster com o melhor rating global normalizado (comparável entre especialidades) entre os que cumprem o mínimo de picks daquele mês e fecham o mês ganhando dinheiro. Os três primeiros levam a insígnia do mês no perfil; participação sempre gratuita (regulamento).
Selo de Fundador: distintivo para os primeiros tipsters aprovados na mão pela equipe — comissão melhor no primeiro ano e posição em destaque, enquanto durar a fase inicial de captação.
Strike: aviso que a equipe pode dar quando detecta algo irregular (picks manipulados, descumprimento das regras). Vários strikes podem levar à suspensão.
Suspensão: o perfil deixa de estar ativo temporariamente — não pode publicar, mas mantém o histórico dele.
Expulsão: a sanção mais grave. O tipster perde a posição e volta para a Terceira em todas as especialidades dele se algum dia for reativado.